segunda-feira, 29 de abril de 2013


dano-hepatico-dos-anabolizantes-e-superior-ao-potencial-beneficio-dos-hepatoprotetores-diz-dr-turibio-leite-de-barrosUSO INDEVIDO DE ESTERÓIDES PODE LEVAR A PROBLEMAS NO FÍGADO E NA PRÓSTATA, COMPROMETENDO ATÉ A FERTILIDADE.

Na busca por um corpo mais forte e mais musculoso em curto prazo, há quem faça uso de substâncias conhecidas como esteroides anabolizantes e, para tentar amenizar os efeitos prejudiciais dessas drogas no fígado, apelam aos remédios conhecidos como hepatoprotetores, alguns até fitoterápicos, mas “o dano hepático dos anabolizantes é superior ao potencial benefício dos hepatoprotetores”, alerta do fisiologista do E. C. Pinheiros e professor da Unifesp, dr. Turibio Leite de Barros (drturibio.com).

O que é, o que é?

Barros conta que, essencialmente, o que chamamos de esteroides anabolizantes são substâncias usadas, com indicação terapêutica, na reposição hormonal. Quem faz essa indicação, em sua grande maioria, é um médico endocrinologista que diagnostica a necessidade de repor um hormônio que é produzido pelo próprio organismo e que, por algum distúrbio, não está sendo feito na quantidade adequada. “E esse uso passa a ser totalmente deturpado quando utilizado com o objetivo de ganho de massa muscular ou força”, orienta o fisiologista.

A endocrinologista Claudia Chang, de São Paulo (SP), diz que síndromes metabólicas, como a obesidade, por exemplo, têm levado a uma andropausa precoce e, diferente da menopausa feminina, que apresenta diversos sintomas bem específicos, nos homens a deficiência hormonal pode demorar em ser diagnosticada, já que os principais indícios são cansaço e sono não restaurador, que podem acometer também os jovens. “Esse paciente com deficiência de testosterona precisa se tratar e a via mais usada para a reposição é a injetável”, conta.

A orientação médica é essencial para determinar não apenas a dosagem adequada ao organismo como, também, para garantir que a reposição hormonal não vá causar danos a outros órgãos, como o fígado. “Quando falamos em reposição, estamos restaurando um nível normal. Quando esse nível normal já existe, levamos uma sobrecarga ao organismo que, geralmente, vai acometer a caixa metabólica do processamento das substâncias que estão em excesso, que é o fígado. Obviamente, nos casos em que o indivíduo usa a superdosagem, vai sobrecarregar o fígado para metabolizar essa sobrecarga hormonal e aí surgem as lesões”, ensina Barros. Dessa forma, quando não usado com indicação médica, o esteroide anabolizante vai acabar afetando o funcionamento hepático e os sintomas de que algo não vai bem são bastante individualizados e podem demorar a aparecer, levando em consideração variáveis como dosagem, frequência e estado de saúde.

Claudia diz que os anabolizantes de consumo via oral são os que mais causam problemas no fígado, mas aqueles que são injetáveis também não são isentos de riscos: “eles não afetam o fígado, mas podem levar a uma hiperestimulação prostática, que pode fazer a próstata aumentar de tamanho, causar anospermia (falta de produção de esperma), alterações no nível cardíaco, agressividade etc”. E esses problemas não cessam apenas com a suspensão da medicação, o que requer orientação e acompanhamento de médicos como endocrinologista e urologista, às vezes em conjunto.

Dessa forma, uma das formas de diagnosticar problemas causados pelo uso dos esteroides é por meio de exames constantes que vão verificar como estão os hormônios, a próstata, a função hepática e suas enzimas, entre outros.

Protetores hepáticos

Na tentativa de prevenir ou minimizar problemas no fígado, muitos usuários de anabolizantes lançam mão do uso de substâncias hepatoprotetoras, algumas até usadas na fitoterapia, como silimarina, alcachofra, óleo de prímula, boldo-do-Chile, dente-de-leão, entre outras. “Essa é uma questão do âmbito de entendimento dos hepatologistas, mas o que a gente sabe é que tem muita substância que é pretensamente protetora hepática, mas que não funciona. Tem que avaliar a eficácia, porque o que existe realmente como ideia corrente é que eles não têm eficiência comprovada. Depende muito da circunstância”, destaca dr. Turibio Leite de Barros.

“Não sei dizer sobre a eficiência dos protetores hepáticos porque hoje, a única forma de uso dos anabolizantes orais é para estimular a procriação, mas ressalto que o profissional de Educação Física tem papel importante para alertar os usuários dos riscos do uso desses medicamentos sem orientação. Como geralmente o uso não é prescrito pelo médico, o aluno acaba contando ao treinador, que deve encaminhá-lo para atendimento”, orienta Claudia Chang.

Assim, mesmo que o usuário resolva fazer uso do esteroide concomitantemente ao hepato protetor, não há garantias de que o fígado realmente será preservado dos efeitos nocivos do anabolizante e também não há como preservar sua fertilidade sem passar pelo acompanhamento de um médico. Tanto que o fisiologista da Unifesp indica que, caso o indivíduo já faça uso do esteroide há algum tempo, procure um hepatologista para verificar se não há nenhum estrago instalado e, caso tenha a intenção de começar a usar a substância, que consulte um endocrinologista para se orientar sobre os riscos e saber qual a melhor conduta a ser adotada.

Atenção especial

Dr. Turibio Leite de Barros destaca que tem sido bastante frequente ouvir as pessoas dizerem que estão ingerindo “anabolizantes naturais” ou um estimulante da produção de “esteroides naturais”, e que isso não existe.

“Nenhuma dessas situações foge ao fato de que há uma substância esteroide envolvida e aí há implica todas as consequências já citadas do seu uso indevido ou é um placebo. Não existe anabolizante natural, aminoácido ou o que for que estimule a produção de esteroide. São situações frequentemente abordadas e que não ocorrem.”

Consultoria Técnica: Márcio Santos

Por Jornalismo Portal EF

quarta-feira, 24 de abril de 2013

EXERCÍCIOS NA ÁGUA DIMINUEM RISCOS DE QUEDA EM IDOSAS

exercicios-na-agua-diminuem-riscos-de-queda-em-idosas
Na terceira idade, o corpo já não é mais o mesmo, porém atividades físicas na água podem afastar sintomas comuns do período, como quedas.

Segundo um estudo realizado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mulheres após a menopausa e praticantes de atividades físicas aquáticas de alta intensidade apresentam redução de quedas, comuns nessa idade, já que quando há a redução dos hormônios femininos, aumentam as chances de osteopenias e osteoporose.

O estudo foi feito com 108 mulheres, divididas em dois grupos e com média de idade de 59 anos e inativas, que receberam suplementação de cálcio em 500 mg/dia e vitamina D3 em 1000 UI/dia. Um grupo foi submetido a uma rotina de 24 semanas de atividade física intensa na água, enquanto o outro permaneceu sedentário, como grupo de controle. Esse primeiro time seguiu um programa de treinamento especial criado pela equipe da Unifesp, o HydrOs. Nessas atividades, a resistência da água tem a mesma função dos pesos que são usados na academia em terra firme. As séries movimentam músculos diferentes dos trabalhados na hidroginástica, que ativa as mesmas estruturas que usamos no dia a dia.

O resultado foi que essas mulheres tiveram uma redução de 86% nas suas quedas, enquanto o grupo de controle teve uma redução de 44%. Além disso, as mulheres que treinaram com o HydrOs também apresentaram maior flexibilidade e força nas mãos, costas, joelhos e quadris.

Por Jornalismo Portal EF

sábado, 20 de abril de 2013

TOMARA...

Perdi minha mãe ontem por conta de uma fratura na rótula. Os médicos descartaram qualquer procedimento invasivo por conta de sua elevada idade (95 anos) e por conta da desmineralização óssea elevada (osteprose), além de uma artrose na articulação.

Se as tão faladas células tronco realmente solucionarem problemas articulares será um grande avanço da medicina.

Confira a matéria abaixo que reproduzo do site "Bem-Estar": 

Células-tronco estão sendo usadas contra artrose no joelho

Tratamento inovador pode vir a evitar as cirurgias de implante de prótese

A Pontifica Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) está testando o implante de células-tronco no joelho para tratar a artrose, doença degenerativa que desgasta a cartilagem das articulações. As células usadas estão sendo retiradas do corpo do paciente e depois cultivadas em laboratório.

Os três pacientes que participaram da pesquisa inicial tiveram 85% de melhora na dor depois de seis meses de aplicação. As células-tronco utilizadas são de melhor qualidade e maior número, o que garante a eficácia do resultado.

O uso da nova técnica pode vir a evitar o uso de próteses no joelho, que é o tratamento mais comum que até então vem sendo usado no tratamento da artrose. Existe ainda a cirurgia de microfratura, em que são realizados pequenos buracos no osso próximo a cartilagem danificada pela artrose, a fim de liberar as células-tronco presentes na medula óssea e para promover a regeneração da cartilagem.

Esse tratamento, no entanto, é mais indicado para lesões menores, em vista do número de células-tronco que são liberadas ser pequeno.

Por Yasmin Barcellos

quinta-feira, 18 de abril de 2013

OS MITOS FAMOSOS DA NUTRIÇÃO


OS MITOS FAMOSOS DA NUTRIÇÃO


Deixe de lado os 10 mitos mais famosos sobre nutrição
 
Abandone idéias falsas para que sua dieta e seu treino rendam mais
 
As especialistas em nutrição Wendy Repovichne Janet Peterson, membros do American College of Sports Medicine, expuseram durante a 11ª Conferência Anual de Saúde e Fitness da entidade, dez mitos relacionados à nutrição. Alguns são conselhos transmitidos de geração em geração.

Diabetes tipo 2 pode ser prevenido ingerindo alimentos de baixo índice glicêmico. Altos níveis de glicose não são o que causa diabetes. A doença é causada pela resistência do corpo à insulina. Alimentos com alto índice glicêmico podem causar picos no nível de glicose, mas isso é apenas um indicador da presença de diabetes, não a raiz do problema.

Comer imediatamente após o trabalho muscular irá impulsionar a recuperação. Atletas de resistência (endurance) precisam ingerir carboidratos imediatamente após o exercício para repor os níveis de glicogênio, e uma pequena quantidade de proteína para acentuar essa reposição. Isso pode ser feito bebendo um achocolatado desnatado ou um isotônico. A proteína nesse momento não irá ajudar a construir músculos, então, para atletas de força (trabalho anaeróbico), não é preciso comer imediatamente após seu treinamento.

Pessoas com síndrome do intestino irritável devem evitar comer fibras. Há dois tipos de fibras, solúveis e insolúveis. Apenas esta última pode ser fonte de problemas. As fibras solúveis, no entanto, encontradas na maioria dos grãos, são absorvidas mais facilmente pelo corpo e podem ajudar as pessoas com a síndrome a prevenir constipações.

Ingerir porções extras de proteína é necessário para ganhar massa muscular. A menos que o corredor faça um treino significativo com peso, a proteína extra não terá nenhum efeito. Mesmo uma exigência maior do nutriente em função do treino pode ser suprida facilmente pela alimentação.

Suplementos vitamínicos são necessários para todo mundo. Com uma alimentação variada em frutas, vegetais e grãos integrais, quantidades moderadas de proteína magra e quantidade adequada de calorias, não há por que tomar suplementação. Os suplementos vitamínicos são recomendados para gestantes e pessoas com distúrbios nutricionais.

Evitar álcool. Moderação é a chave. Todo álcool é um anticoagulante, e o vinho tinto contém antioxidantes benéficos para a saúde.

Comer ovos elevará o colesterol. O mito surgiu porque a gema tem a maior concentração de colesterol do que qualquer outro alimento. Porém, não é suficiente para colocar a saúde em risco se houver moderação no consumo. Estudos sugerem que um ovo por dia não elevará o colesterol e será uma grande fonte de nutrientes.
 

Grãos marrons são de produtos integrais. Corantes e aditivos marrons podem dar aos alimentos a aparência de serem integrais. Ler os rótulos é boa dica para se certificar. Ingerir cerca de 90 g por dia de grãos ajuda a reduzir o risconde doenças do coração e diabetes.

Beber oito copos de água por dia. É preciso repor o líquido perdido a cada dia, durante a respiração, a excreção e no suor, mas isso não significa beber dois litros de água diariamente. É difícil medir a quantidade exata de água ingerida em bebidas e na alimentação. Um indicativo é a urina, se estiver amarelo escuro, beba mais água.
 

Comer carboidrato engorda. Cortar os carboidratos da dieta pode ter um benefício de redução de peso no curto prazo, devido à perda de líquido; mas comer carboidrato com moderação não ocasiona um ganho de peso diretamente. O corpo usa carboidrato como fonte de energia e um período sem ele pode causar cansaço e letargia.
 
Publicado pela revista virtual Minha Vida

quarta-feira, 17 de abril de 2013

MULHERES NA ACADEMIA: TREINAR MASCULINIZA O CORPO?

treino_mulher_
Mulheres podem sentir um aumento no tônus muscular.

A primeira iniciativa tomada por mulheres que querem perder peso ou ficarem saradas é realizar a matrícula em uma boa academia. Porém, o medo de acabar com as curvas e a feminilidade do corpo mantém muitas delas longe dos abdominais e de “puxar ferro”, e mais próximas das esteiras e bicicletas ergométricas.

Porém, de acordo com a fisiologista Natália L. Reinecke os impactos que a academia traz para o corpo das mulheres é totalmente benéfico. “A musculação promove o fortalecimento muscular melhorando a postura, protegendo as articulações e prevenindo o desenvolvimento de doenças comuns às mulheres como a osteoporose”, relata.

O especialista em personal training pela Universidade Gama Filho, Felipe Belo, também relata que os pontos positivos vão além do condicionamento físico. “Além de ter uma diminuição do percentual de gordura corporal e ganhar flexibilidade, a autoestima da mulher aumenta”, ressalta.

Mito - Além de indicar a academia para o público feminino, principalmente acima dos 30 anos, o fisiologista Prof. Dr. Ricardo Zanuto afirma que é impossível ocorrer uma mudança extrema no corpo. “Para a mulher masculinizar o corpo é necessário que ela tome hormônios masculinos (esteroides anabolizantes) o que é completamente fora do propósito da musculação quando o objetivo é manter a saúde”, completa.

Belo afirma ainda que a sensação que as mulheres têm de ter “crescido” é causada pelo aumento do tônus muscular. “Esse aumento existe, mas não é suficiente para masculinizar o corpo. A hipertrofia é muito menor do que a que ocorre nos homens”, afirma.

Para não sentir essa mudança no corpo, a fisiologista Natália orienta um treino menos intenso. “Caso a mulher não objetive crescimento muscular, ela pode realizar um treino de resistência com mais repetições e menores cargas, sempre orientado e supervisionado por um profissional capacitado”.

Na mídia - Em uma entrevista à britânica BBC, a campeã olímpica de heptatlo Jessica Ennis contou que tinha receio na hora de realizar seus treinos. “Eu detestava treinar com pesos e sempre que podia, evitava. Queria que as pessoas me olhassem da mesma forma que olhavam as minhas amigas”, desabafou.

Mais tarde, Jessica afirmou que entendeu que o treinamento era necessário para conseguir o sucesso olímpico. “Era algo que eu tinha que fazer. Tomei uma grande decisão, pois é impossível se tornar um campeão olímpico ou campeão do mundo sem ter um programa de condicionamento", conclui.

Matéria publicada em portal Webrun

  MALHAR DEMAIS PODE CAUSAR TRANSTORNO PSIQUIÁTRICO EM ADOLESCENTES

malhar-demais-pode-causar-transtorno-psiquiatrico-em-adolescentes
A rotina de muitos adolescentes inclui musculação seis vezes por semana e pesquisa diária na internet sobre exercícios e suplementação alimentar. Tudo para ficar maior e mais forte.  

As redes sociais desses jovens são similares: repleta de fotos de corpos musculosos, frases motivacionais e chacotas como "frango" ou "filé de borboleta" (jovens com menor porte muscular).

Um estudo realizado com 1.307 adolescentes e publicado no jornal americano "Pediatrics", em novembro de 2012, constatou que 90% se exercitam para ganhar músculos. Segundo a pesquisa, a enquete foi feita em Minesota (EUA). No Brasil, isso não é diferente, já que um estudo realizado pela da Universidade Federal de Santa Catarina com 641 jovens, de 11 a 17 anos, afirma que 54,3% dos garotos se declararam insatisfeitos com sua imagem.

De acordo com o profissional de Educação Física, Marcus Zimpeck, vários adolescentes que querem ganhar corpo exageram, mas não se dão conta. Para o hebiatra (médico especializado em adolescência) Alberto Mainieri, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, há um crescente exagero, não só na frequência do esforço muscular como na intensidade.

Além disso, não são mais casos isolados. Segundo ele, o excesso de treinamento nessa fase da vida é perigoso e pode caracterizar vigorexia. Quem tem o distúrbio nunca se satisfaz com o corpo e treina obsessivamente. Muitos pesquisadores consideram a vigorexia um subtipo de dismorfofobia. A dismorfofobia é uma alteração na autoimagem. No espelho, a pessoa se enxerga de forma negativa, o que não condiz com a realidade. Por isso, é importante que os pais e profissionais se atentem com esse tipo de público, e oriente à uma rotina de atividade física saudável e prazerosa, adequada aos limites do corpo de cada um.
Por Jornalismo Portal EF

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Ururau - Explosões perto da chegada da maratona de Boston matam 2 pessoas

INACREDITÁVEL!!!


Li, com grande repugna, no jornal Ururau este ato terrorista contra os atletas da Maratona de Boston. Os atentados injustificaveis que levam a morte e destrói vidas de quem nada há ver com as disputas políticas ou outros motivos. Leiam no link abaixo a matéria:
 
Ururau - Explosões perto da chegada da maratona de Boston matam 2 pessoas

quarta-feira, 10 de abril de 2013


Mulheres Empresárias discutem “Obesidade e seus riscos”


A reunião mensal da Câmara da Mulher Empresária (CME) da Associação Comercial e Industrial de (Acic) foi marcada pela palestra “Obesidade e seus riscos”, com a endocrinologista Mari Cassol Ferreira, nesta semana, no auditório da Acic.
O evento, que encerrou as atividades da CME neste ano, contou com o apoio da indústria de medicamentos Roche, que realizou, gratuitamente, testes de impedância (% de gordura do organismo) e de taxa de IMC (índice de massa corporal).

Enquanto nos Estados Unidos 30% da população é obesa, aqui no Brasil o sobrepeso chega a 30% e a obesidade ocorre em torno de 10% (13% das mulheres e em 6% dos homens). 

Como se trata de um problema ligado à vida moderna, a tendência natural no Brasil é a de que esta prevalência aumente, a menos que se consiga estabelecer medidas sociais e educativas no sentido de se prevenir a obesidade. Convém lembrar que no Japão, Suécia e Holanda - países considerados ricos - a freqüência da obesidade tem sido pequena provavelmente em função do desenvolvimento cultural destas nações o que reforça a importância dos aspectos educativos na prevenção do excesso de peso.

A obesidade é considerada uma doença multifatorial, ou seja, múltiplos fatores contribuem para o seu aparecimento e para sua manutenção.

Aí se incluem os fatores genéticos, alimentares, emocionais, culturais, sociais, mudanças de comportamento, doenças endócrinas, gasto energético com atividade física, hábitos compulsivos, etc. Mas, de uma forma geral, são duas as causas principais: um maior consumo de alimentos gordurosos e uma tendência crescente ao sedentarismo.
 
Na abordagem do paciente com excesso de peso, explica Mari Cassol Ferreira, o mais importante é identificar porque isto está acontecendo. No mundo inteiro, existe uma grande preocupação em relação à obesidade. Esta preocupação é devida não somente pelos problemas sociais e psicológicos que o excesso de peso traz, mas principalmente pelas doenças que podem estar associadas ou podem ser agravadas pela obesidade. E o que é pior, a prevalência da obesidade vem crescendo muito com características de uma verdadeira epidemia.

O RISCO DA BALANÇA

Cirurgias de redução de estômago se popularizam e já são feitas até em quem sofre de obesidade moderada.
 
Isso é bom?
 
No dia 4 de junho, a psicanalista carioca Suzana Katz, de 45 anos, internou-se no Hospital Copa D'Or, no Rio de Janeiro, para realizar um desejo de anos. Queria livrar-se, através de uma cirurgia para redução de estômago, dos muitos quilos jamais eliminados com dietas e remédios. Logo após a cirurgia, teve uma complicação: vazamento de líquido da região cortada. Teve alta, mas voltou ao hospital quatro dias depois. Vítima de uma forte infecção, entrou em coma e passou dois meses na UTI. Morreu no sábado 10 de agosto. Casos como o de Suzana não são comuns.

O índice de mortalidade desse tipo de cirurgia, a de bypass, é de 1% - menor, por exemplo, que o de 3% em cirurgias cardíacas. Assim como a psicanalista carioca, centenas de brasileiros estão abrindo mão de parte do estômago para emagrecer. Para muitos, é a única saída. E uma legião crescente vem adotando a alternativa rápida - e às vezes perigosa - para moldar a silhueta. 'As pessoas só devem optar pela operação quando sofrem de obesidade mórbida e sua vida está em risco', afirma Arthur Garrido Júnior, professor da Universidade de São Paulo e presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica. 'Infelizmente, como em qualquer profissão, na nossa também há quem não siga as normas'.
 
A operação é indicada principalmente para pessoas com índice de massa corpórea (IMC) acima de 40. O IMC é o resultado da divisão do peso pela altura elevada ao quadrado. Também pode ser prescrita para quem tem IMC entre 35 e 40, além de alguma doença associada à obesidade, como apnéia do sono, hipertensão e diabetes. A psicanalista Suzana media 1,62 metro e pesava 90 quilos. Sofria de diabetes e hipertensão, mas seu índice era 34. Em tese, no caso dela, seria aconselhável insistir em outros tipos de tratamento. O cirurgião responsável, o pernambucano Carlos Saboya, integra o time de 100 membros titulares da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica. 'A Sociedade não pode se responsabilizar por ninguém, mas ele é um profissional experiente', diz Garrido, que, junto com sua equipe, já fez 4 mil operações do gênero - 16 delas fatais.
 
A obesidade é um problema sério e, a cada ano, eleva-se o número de obesos mórbidos, aqueles com 45 quilos ou mais acima do ideal. Nos anos 90, o contingente era de 500 mil. Hoje, estima-se que esteja chegando a 2 milhões, quase 1% da população. É gente que não consegue passar na roleta do ônibus, sentar-se na cadeira do cinema e, o mais importante, tem a expectativa de vida reduzida para a faixa dos 40 anos. A chance de sofrer de hipertensão ou diabetes é três vezes maior nesse grupo. Cerca de 40% dos homens são vítimas de infarto. 'A obesidade mórbida é um câncer do tecido adiposo', radicaliza Amélio de Godoy, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. 'A cirurgia é uma maneira mais eficiente de combatê-la. As consequências da obesidade são maiores que o risco da operação'.
 
Nos últimos anos, as cirurgias de redução de estômago se popularizaram numa velocidade impressionante no país. Entre 1978 e 1993, foram realizadas apenas 15 cirurgias. Em 1999, o número chegou a 900 por ano e, em 2001, a 3 mil. Isso se deve em boa parte ao fato de o SUS ter começado a cobrir os custos. A demanda é tamanha que, no Hospital das Clínicas de São Paulo, a lista de espera tem 2 mil nomes. No Hospital da Universidade de Campinas, chega a 1.000. São pessoas que, comprovadamente, vão ter a expectativa de vida aumentada com esse método. Mas há outro motivo para o avanço. 'Quem está gordo quer soluções mágicas', comenta o endocrinologista mineiro Saulo Cavalcanti, professor titular da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. 'Toda semana,recebo pessoas no consultório pedindo para ser operadas, sem precisar disso. Eu me recuso, mas muitas vão bater em outras portas e acabam encontrando os inescrupulosos da vida'.
 
Além de ser obeso mórbido, o aspirante à cirurgia deve fazer testes psicológicos. O motivo é simples: nem todo mundo conseguirá passar o resto de seus dias comendo como um passarinho. Algumas técnicas, como o bypass, reduzem o tamanho do estômago em até 90%, seccionando uma grande porção dele. A preferida dos glutões é a da 'banda gástrica', que diminui as dimensões do órgão com o uso de um anel reajustável. O paciente pode recorrer ao afrouxamento do anel caso não consiga viver sem os prazeres da mesa. O universitário fluminense Delvan Viana, de 21 anos, submeteu-se ao bypass depois de ter sofrido um infarto com apenas 20 anos. Em pouco mais de um ano, perdeu 101 dos seus 195 quilos. Antes de entrar na faca, Delvan dedicou-se a um mês de despedida. 'Eu e dois amigos fomos expulsos de uma churrascaria depois de devorarmos 10 quilos de carne', lembra, com água na boca. Atualmente, é obrigado a fazer seis refeições diárias - porque só suporta comer em pequenas quantidades. No almoço, a maior refeição do dia, ele se deleita com um pouquinho de feijão e arroz, acompanhados de grelhado e salada, mas a auto-estima está muito bem alimentada. 'Valeu a pena. Antes, ninguém queria o Delvan. Agora, o Delvan pode escolher quem ele quer', brinca o moço, certo que estará abraçando uma bela namorada em breve.
 
Nos Estados Unidos, país que experimenta tanto um aumento do número de obesos como um enaltecimento da vaidade, as cirurgias do gênero mais que dobraram em quatro anos. Foram 47.200 em 2001 e, neste ano, devem ultrapassar a casa dos 60 mil. No Brasil, apesar de serem procedimentos caros - de R$ 5 mil a R$ 15 mil, dependendo da técnica -, são eficientes, levando à redução de 10% a 50% do peso.
 
Um estudo do cirurgião José Afonso Sallet mostra que 37% dos pacientes que recorrem a outra técnica, a do balão intragástrico no estômago, têm IMC menor que 35. De risco mínimo, esse procedimento não é exatamente cirúrgico. Por um processo endoscópico, coloca-se um balão no órgão para ocupar o espaço da comida. Ele tem de ser retirado entre quatro e seis meses. No começo, era indicado apenas para quem precisava perder alguns quilos antes da cirurgia propriamente dita. 'O balão está sendo usado para fins cosméticos', critica a gastrocirurgiã Luciana El-Kadre. A gaúcha Vera Ritcher, de 47 anos, que aos 19 conquistou o segundo lugar no concurso de Miss Porto Alegre, não se conformou com os 20 quilos ganhos nos últimos dois anos. Com 1,64 metro, chegou a 86 quilos. Depois de cinco meses com o balão, já perdeu 22 e está satisfeita. 'Tomei nojo de sopa', conta. 'Passei 45 dias numa dieta líquida com iogurte, gelatina, chá e sopa'.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Participação muscular varia de acordo com a inclinação do exercício supino

Popular nas academias, o exercício supino se destina ao recrutamento primário dos músculos peitoral maior e tríceps braquial e conquista adeptos diariamente. A forma como é praticado pode acelerar o desenvolvimento muscular, pois segundo o professor Paulo Marchetti, especialista em treinamento desportivo e fisiologia do exercício e orientador dos cursos de mestrado e doutorado da Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep), os músculos recrutados são sempre os mesmos, mas a ênfase muda, sendo que no supino inclinado, por exemplo, sempre se vai trabalhar os músculos peitoral e deltoide anterior e “desta forma, a ativação muscular total ou de regiões do músculo são definidas pelas características mecânicas dos exercícios, sendo um dos elementos-chave para o desenvolvimento de força e a hipertrofia muscular.”


 


Assim como num cabo de guerra, no qual ora uma pessoa puxa mais do que a outra, durante a execução do supino, quem “puxa mais” é o músculo com ênfase a ser trabalhado: “o pessoal varia o exercício por causa dessa ênfase e das variações mecânicas que afetam qual músculo participa mais ou menos da atividade”, conta o professor da Unimep.


Tem que ter pegada
 

A forma de pegada da barra de supino também é determinante para a ativação de um músculo. Marchetti conta que quando se coloca as mãos próximas uma da outra, por exemplo, a ação do tríceps, que é trabalhado no supino, é maior, porque o ângulo articular do cotovelo também aumenta. Kléber Neves, profissional de educação física da Reebok Academia, da capital paulista, complementa que “uma pegada mais aberta aumenta a alavanca para o peitoral, aumentando, assim seu nível de solicitação e diminuindo a ação do tríceps. Já uma pegada média faz com que este trabalho seja dividido de forma equilibrada para ambos os músculos”.

A empunhadura adequada é aquela que envolve a barra na direção contrária dos demais dedos, evitando com que a barra role na mão. O punho, segundo o profissional da Reebok Academia, deve estar firme e nunca em extensão e o peso deve ser sustentado pelos músculos do antebraço. A posição dos membros inferiores pode não ter interferência no resultado do supino inclinado, mas quando bem posicionados promovem, segundo Neves, uma melhor acomodação da coluna, o que traz segurança e estabilidade para a prática da atividade e o aumento do desempenho.

Guiado ou não guiado?

A prática do exercício supino pode ser feita em máquina (guiado) ou livre (não-guiado). Marchetti explica que as duas formas são complementares e não concorrentes: “a ação da musculatura é sempre igual, mas no exercício livre, precisa estabilizar a articulação, então se usa também a musculatura estabilizadora. Para a hipertrofia, o exercício tanto faz, porque a carga é que importa”.

Muitos praticantes dizem preferir o exercício não-guiado e acham que ele é melhor, mas na verdade, a percepção do esforço acaba sendo aumentada com essa prática: “se faço um exercício movendo um músculo e tenho outro em isometria, que não quero treinar, minha sensação de que aquele exercício me desgastou mais é maior, mas não significa, efetivamente, que o músculo que eu queria treinar foi mais usado”, diz Marchetti.

Quem pode mais

Marchetti conta que mesmo pessoas com problemas articulares podem praticar o supino inclinado, desde que o profissional de educação física que o estiver assistindo tome o cuidado de analisar a lesão daquela pessoa para definir se o exercício é bom para ela e como deve ser praticado. O professor da Unimep ainda atenta para quatro questões essenciais para a boa prática do exercício:

- Fortalecimento do manguito rotador: é preciso se conscientizar da necessidade de fortalecimento deste músculo sempre que houver movimentos de rotação de ombro, de preferência com sobrecarga. “A probabilidade de ter lesão, seja aguda ou crônica, cai muito e é essencial para outros exercícios que trabalham o ombro também”, explica.
- Alinhamento da barra: Marchetti conta que a barra deve estar alinhada com os ombros e não com os mamilos durante a execução do exercício. “Mecanicamente, o ponto ideal para fazer o supino é com o cotovelo alinhado com o ombro, porque aí não tem rotação na articulação do ombro e não tira a ação e sobrecarga do músculo peitoral.”
- Velocidade de execução: deve ser sempre controlada. “Não posso fazer muito rápido, porque senão é pouco peso. Tem que controlar o movimento em todas as fases.”
- Excesso de sobrecarga: o instrutor deve estar presente no exercício para dar segurança, mas não pode auxiliar na prática da atividade. “Tem que ser feito sozinho. Não adianta colocar 100kg na barra e o treinador puxar 40kg na rosca direta.”

Para ter uma exigência muscular do peitoral e do tríceps braquial, Neves sugere trabalhar com o banco inclinado a 30° e mãos a uma distância que promova um ângulo de 90° na articulação do cotovelo quando a barra estiver próxima ao peitoral. Assim, a atividade fica segura e equilibrada também. A pegada adequada do punho e da mão em relação à barra, com carga adequada ao indivíduo e execução bem-feita é capaz de prevenir lesões sérias e ainda fazer com que músculos, tendões, articulações e ossos sejam fortalecidos.

Por Jornalismo Portal EF

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Exercício Físico e Pressão Arterial

EXERCÍCIO FÍSICO E PRESSÃO ARTERIAL




As doenças cardiovasculares são relativamente comuns na população geral e afetam a maioria dos adultos com idade cada vez menor. A hipertensão arterial, a dislipidemia e o tabagismo estão entre os mais expressivos fatores de risco para as doenças cardiovasculares. A hipertensão arterial conduz a um risco bem estabelecido para a doença coronariana. Um excesso de risco coronariano torna-se ainda mais evidente em sub-grupos de hipertensos, mesmo leves, mas com outros fatores de risco ou com lesões já estabelecidas em órgãos-alvo.
 
Contudo, o exercício físico pode ser benéfico para esses indivíduos. É sabido que, imediatamente depois de um período de exercício físico dinâmico, a pressão arterial do aluno hipertenso diminui para níveis inferiores aos observados antes do início do exercício.
 
A magnitude da queda de pressão também é bastante variável entre os estudos. Alguns pesquisadores observaram uma resposta média de queda de pressão arterial pós-exercício de 11 mmHg e 4 mmHg para pressão arterial sistólica e diastólica, respectivamente, em indivíduos hipertensos. Da mesma forma, outros pesquisadores relataram uma redução média de 6 mmHg para pressão arterial sistólica cerca de nove horas e 9 mmHg para pressão arterial diastólica cerca de 13 horas após um exercício físico em hipertensos leves.
 
Com isso, pode-se notar que o exercício físico pode ser benéfico para essa população de hipertensos que deseja se beneficiar da prática regular de exercícios físicos. Contudo, recomenda-se que o aluno hipertenso que deseja iniciar tal programa de atividade física procure profissionais especializados na área, que informarão sobre as avaliações iniciais e as condutas observadas durante os treinos.

Entre as principais avaliações iniciais encontra-se no teste ergométrico ou ergoespirométrico, que é caracterizado por um aumento ininterrupto de carga até a exaustão para a avaliação da resposta pressórica e possíveis alterações do eletrocardiograma. Valores elevados de pressão arterial no início do teste podem suspender a realização do mesmo. Valores normais de pressão arterial no início, mas com grandes elevações durante o teste, podem interromper sua realização, sugerindo que o aluno possui alguma alteração pressórica durante atividades com esforço.
 
Contudo, depois de feitas essa avaliação inicial e a consulta com um cardiologista, o aluno estará apto a iniciar um programa regular de atividade física sob a orientação de um professor de educação física, que passará a prescrição de treinamento físico com a intensidade, a duração e a regularidade ideais e adequadas à sua condição física para poder usufruir os benefícios circulatórios citados anteriormente.
 
Fonte: Área de Treino

segunda-feira, 25 de março de 2013

Café da manhã com proprietários de academias em Brasília

Café da Manhã em Brasília ao Deputado Federal Luiz Pitiman


O SEEAATESP oferece Café da Manhã ao Deputado Federal Luiz Pitiman (PMDB-DF).



O evento marcou a presença de mais de 30 empresários, além dos Presidentes dos Sindicatos das Academias de Santa Catarina, Brasília e Rio Grande Sul além da Presidente do CREF-7 Profª Cristina Calegaro, que também representou o CONFEF e o Presidente da ACAD-BR Prof. Kleber Pereira.
Em sua fala o Presidente do SEEAATESP Gilberto José Bertevello, informou aos presentes que o Dep. Luiz Pitiman, é proprietário da Academia Fitway em Brasília e tem interesse direto na melhor tranquilidade administrativa das nossas empresas.
O Dep. Pitiman tranquilizou os presentes quando disse estar alinhado com o Dep. Fed. Marçal Filho (PMDB-MS), quanto à nova redação da Lei do ECAD que isenta as academias do recolhimento em cascata desta taxa. Está apoiando ainda o PL do Dep. Fed. João Arruda (PMDB-PR), quanto a forma de calculo do imposto sobre o faturamento da empresa, equiparando as academias à rede hospitalar que recolhe sob o critério de Lucro Presumido na ordem de 8% frente aos 32% que recolhemos hoje.
Colocou-se a disposição das academias para as demandas necessárias, a boa administração e o melhor atendimento aos clientes, ávidos de boa forma física e mental. O Dep. Pitiman despediu-se em rumo a outro compromisso. O Café da Manhã terminou as 9h20m em clima de cordialidade e os empresários ficaram reunidos até às 10h em debate com o Prof. Bertevello sobre as iniciativas até então tomadas.

Confira as empresas presentes:

CIA Athetica - Luciana Solino
Nadarte - Marcello Guedes
ATP Personal - Training Luciano Lunkes
Corpo 4 e Smart Fit - Viviani Dourado
Academia Lucia Toller - Alexander Martinovic
Acqua Medley -Marcelo Barros
Nadarte - Wylson Phillip
Runway - Fabio
Dalmo Ribeiro - Dalmo
Academia Nova Geração - Erivelto e Patrick
Fit 30 minutos - Guilherme Pontes
Água Vida - Barbara Pacheco
Runway - Marcio Padilha
Fit Club - Alexandre
Academia D. Bosco – Nonato
Corpo 4 – Odejane
Club 22 - Marcelo Machado Pinto
Equilibrium - Nicole O. de Azevedo

Gilberto Bertevello
Presidente
Sindicato das Academias de São Paulo






Escrito por: gabriela.andrade
Postado: 19/03/2013

 

terça-feira, 13 de novembro de 2012

ATIVIDADE FÍSICA AUMENTA A EXPECTAIVA DE VIDA 

 portal

Estudo feito em Harvard mostrou que caminhar no parque, passear de bicicleta e praticar algum esporte amador contribuem com a longevidade independentemente do peso de uma pessoa.


Praticar alguma atividade física nos momentos de lazer, como caminhar ou pedalar no parque, aumenta a expectativa de vida independentemente da intensidade do exercício ou do peso do indivíduo, concluíram pesquisadores da Universidade de Harvard e do Instituto Nacional de Saúde (NIH, sigla em inglês) dos Estados Unidos. Em uma nova pesquisa, eles mostraram que unir momentos de folga a exercícios físicos pode acrescentar até sete anos na longevidade de uma pessoa.

Embora uma grande quantidade de pesquisas científicas já tenham comprovado os vários de benefícios da prática de atividade física, inclusive em relação à redução do risco de mortes prematuras, nenhum estudo havia estabelecido quantos anos cada tipo de exercício feito nos momentos de lazer pode acrescentar à vida de uma pessoa, tanto em relação aos indivíduos de peso normal quanto aos obesos. Foi o que fizeram os pesquisadores americanos. Os resultados desse trabalho foram divulgados nesta terça-feira na revista PLoS Medicine.

Os autores levantaram dados de seis estudos diferentes sobre atividades de lazer que, ao todo, envolveram mais de 650.000 participantes de 21 a 90 anos, sendo a maioria acima dos 40 anos de idade. São consideradas atividades físicas de lazer aqueles exercícios cuja prática não é obrigatória e nem tem data e horário certo para acontecer. São atividades como esportes amadores, caminhadas ou corridas ao ar livre e um passeio de bicicleta, por exemplo.

Caminhada rápida — De acordo com I-Min Lee, epidemiologista do Hospital Brighan and Women da Universidade de Harvard e coordenadora do estudo, o nível mínimo de atividade física que é necessário para aumentar a longevidade é o acréscimo de 75 minutos de caminhada rápida (ou outra atividade moderada) por semana. Essa atividade, em comparação com não praticar nenhuma atividade, acrescenta 1,8 ano na expectativa de vida de uma pessoa acima dos 40 anos de idade, segundo a pesquisa. Os resultados ainda mostraram que esse mesmo exercício, se realizado 150 minutos por semana, que são os níveis recomendados pelas autoridades de saúde, eleva em 3,4 anos a longevidade de uma pessoa. Se praticado durante 450 minutos semanais, esse aumento chega a 4,5 anos.

“Essa associação foi encontrada entre homens e mulheres e tanto entre indivíduos de peso normal quanto entre aqueles com sobrepeso ou obesidade”, disse Lee. No entanto, quando os pesquisadores compararam indivíduos com obesidade severa (índice de massa corporal maior do que 35) que eram sedentários a pessoas de peso normal que cumpriam 150 minutos de caminhada rápida por semana, o aumento da expectativa de vida foi de 7,2 anos. A obesidade, portanto, foi relacionada a um menor aumento da expectativa de vida — o que não significa que os exercícios físicos não aumentem a longevidade de pessoas acima do peso.

"Nossos resultados destacam a importante contribuição que as atividades de lazer têm, especialmente entre adultos", diz Steven Moore, um dos autores do estudo. "O exercício físico regular prolongou a vida de todas as pessoas que foram examinadas em nosso estudo, independentemente do peso.”

Matéria publicada no site Veja

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

FAMOSO ENLATADO DE COMPLEMENTO ALIMENTAR INFANTIL POSSUI FÓRMULA SEMELHANTE ÀQUELAS USADAS NO UNIVERSO DO FITNESS 

Por Jornalismo Portal EF

famoso-enlatado-de-complemento-alimentar-infantil-possui-formula-semelhante-aquelas-usadas-no-universo-fitness
Dr Turibio Leite de Barros explica que a Sustagen® mescla complexos vitamínicos como Whey Protein e Maltodextrina.

Com prateleiras repletas de variedades e empresas até especializadas no comércio deste tipo de produto, os suplementos geram diversas dúvidas entre profissionais de Educação Física e, principalmente, entre os alunos. Afinal, qual a forma correta de consumi-los? São realmente funcionais? Têm efeito comprovado?


Segundo o fisiologista do Esporte Clube Pinheiros e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Dr. Turibio Leite de Barros (drturibio.com/), todo suplemento é, na verdade, uma composição de nutrientes isolados e que podem ser usados para complementar ou ajustar uma dieta de acordo com as necessidades nutricionais individuais e que devem ser relacionadas ao tipo de treinamento feito pela pessoa, seja ela atleta de alto nível ou sedentária. “Em essência, é um alimento isolado, livre às vezes daquilo que você não quer administrar, e pode ser usada para adequar às necessidades individuais dentro de uma estratégia nutricional.” Por ser um alimento e não um produto com propriedades farmacológicas, como os remédios, então, também por essência, não tem contraindicação, mas não deve ter seu uso feito inadvertidamente.

Para o fisiologista, os suplementos mais populares e importantes no momento são:
 
- Whey Protein: que é uma proteína do soro do leite;
- Maltodextrina: um carboidrato isolado e de rápida absorção;
- Creatina: um derivado proteico que tem uso difundido em especial para o aumento de massa muscular.

Usados para auxiliar no ganho de massa muscular, os suplementos nutricionais apresentam outras vantagens comprovadas, como a reidratação e reposição de sais minerais, a ajuda na recuperação pós-atividade física, a neutralização de radicais livres, entre outras. E embora muitos atletas consumam os suplementos acima mencionados de forma isolada ao longo do dia, Dr. Turíbio ensina em um curso que vai ministrar na capital paulista que um famoso enlatado usado pelas mães para complementar a dieta das crianças (Sustagen ®), mescla complexos vitamínicos, Whey Protein e Maltodextrina, demonstrando o quanto esses ingredientes podem ser benéficos à saúde quando explorados de forma adequada e como um único produto pode conter os mesmos ingredientes que são consumidos sozinhos no universo fitness.

“Há a necessidade de encontrar o suplemento adequado e o momento adequado também de fazer o ajuste na dieta. O suplemento nunca vai substituir um alimento, mas vai complementar e até enriquecer uma dieta”, orienta o fisiologista. Além disso, é preciso atenção: no caso das vitaminas, quando consumidas em excesso, podem ser eliminadas pelo organismo ou acumular e fazer mal à saúde, num efeito inverso ao desejado. Com as proteínas, isso também pode acontecer: “há um hábito bem difundido de que as proteínas têm de ser muito consumidas para ter ganho de massa e esse é um erro comum. Temos é que evitar que se consuma uma quantidade maior do que a que o corpo consegue absorver justamente para não ter uma sobrecarga renal, já que os rins terão que trabalhar muito mais pra eliminar esse excesso”, alerta.

Nas academias, o uso de suplementação para ajudar no ganho de massa muscular é bastante difundida, mas nos cursos universitários os profissionais de Educação Física não são orientados a respeito destes aspectos técnicos do consumo de suplemento e, por isso, precisam buscar cursos de formação específica sobre o uso e a indicação deste tipo de produto, já que é uma área nova nas ciências do esporte. “Além disso, é preciso saber quando indicar o suplemento adequado a cada aluno e, principalmente, para contraindicar quando for necessário”, destaca Dr. Turibio.

Suplemento alimentar: qual a forma correta de usar?

Dr. Turibio orienta que cada suplemento nutricional demanda um tipo de consumo. Alguns indicam que o uso seja feito imediatamente após o treino, outros independem da atividade física. Dessa forma, é importante que o personal conheça tais produtos e as formas de uso para que possa orientar seu aluno adequada e seguramente.

A grande quantidade de rótulos à venda pode levar à confusão dos consumidores que, segundo o professor da Unifesp, podem acabar comprando um produto de procedência não confiável. Na hora de escolher uma marca de suplemento alimentar, Dr. Turibio ressalta que o consumidor se atente e evite adquirir aqueles que têm um rótulo sobreposto ao outro em especial de marcas desconhecidas. “Isso é comum nos importados e demandam maior cuidado, porque você nem sempre tem certeza de que o que está informando naquele rótulo está dentro do pote, já que os rótulos colados um sobre o outro, traduzidos, dão margem às adulterações”, alerta.

Por Jornalismo Portal EF
CIRCUITO UNIMED DE NATAÇÃO


A terceira etapa do tradicional Circuito Unimed de Natação no C.R. Saldanha da Gama, dia 24 de novembro, às 14 horas promete. Cerca de trinta Instituições já foram convidadas, inclusive das cidades de Itaperuna, Quissamã, Macaé, Miracema e Bom Jesus do Itabapoana.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

KAATSU TRAINING

 Conheça o método japonês de hipertrofia

kaatsu-training-conheca-o-metodo-japones-de-hipertrofia
Treinamento com oclusão vascular promove rápido desenvolvimento muscular com pouca carga de peso.

Desenvolvido em 1966 pelo cientista do esporte e fisiculturista japonês Yoshiaki Sato, o Kaatsu Training é um método de treinamento que promove a oclusão vascular e a hipertrofia metabólica, levando ao desenvolvimento de músculos com exercícios de baixa carga de peso, sendo bastante eficaz para pessoas em processo pós-cirúrgico ou que têm problemas nas articulações e não podem treinar com grandes cargas.

Ainda pouco conhecida no Brasil, a técnica tem sido bastante estudada e um de seus apreciadores, praticantes e palestrantes é o doutor em Fisiologia Alex Souto Maior, do Rio de Janeiro (RJ), que treina o Kaatsu Training há aproximadamente um ano e chegou a dar um curso sobre o assunto no Brasília Capital Fitness, no último dia 6 de outubro. “Conheci esse método japonês por meio de um amigo que é professor universitário. O pai dele sofre de uma patologia chamada miosite, que é uma doença auto-imune que afeta os músculos e é degenerativa. Na intenção de melhorar a qualidade de vida do pai, ele passou a pesquisar o método de oclusão, viu que havia um ganho hipertrófico e passou a aplicá-lo. Depois de um tempo, o pai dele ainda estava bem e as pessoas que haviam sido diagnosticadas na mesma época já estavam na cadeira de rodas. “Me interessei e comecei a estudar e praticar esse tipo de treinamento”, conta.

Kaatsu Training - treino em oclusão

O treinamento de Kaatsu é feito como outro exercício, como a musculação por exemplo, sendo que o membro trabalhado é preso com uma bolsa pneumática para reduzir o fluxo sanguíneo no músculo. Estudos têm demonstrado inclusive que, apesar de ser comumente praticado nos membros, a oclusão tem eficiência na hipertrofia de outros grupos musculares também. Sato chegou a desenvolver e patentear equipamentos para o treinamento em 2003, mas como são japoneses e demandam um treinamento realizado no Japão, são difíceis de adquirir no Brasil. Tal limitação, no entanto não atrapalha na prática, já que Alex Souto Maior lembra que os praticantes “dão um jeitinho” ao adaptarem equipamentos de aferir pressão arterial para o uso no método de oclusão.

Por restringir a circulação, o método japonês não é totalmente isento de riscos, tanto que em 1967, seu criador, Yoshiaki Sato, quase morreu por causa de uma embolia pulmonar causada pelo treino em oclusão. “Existem dois tipos de bloqueio: o parcial e o total. Se o profissional não tiver treinamento, corre o risco de fazer um bloqueio total do fluxo sanguíneo. Alguns estudos preconizam que o ideal é aferir a pressão do aluno em repouso e usar a sistólica, que é a maior, como a pressão ideal para manter durante todo o treino. Assim, alguém com pressão 12 x 9 vai treinar com pressão de 120 mmHG no equipamento. Na intenção de adaptação do indivíduo, a gente reduz 20 mmHG dessa pressão sistólica, variando a pressão de oclusão entre 90 e 150 mmHG, no máximo”, conta Souto Maior, que tem um grupo de estudos do Kaatsu Training na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Cuidados essenciais no Kaatsu Training

“Exercício físico não tem contraindicação. O que existe é aluno contraindicado para aquela atividade”, explica o especialista em Fisiologia, que destaca que a prática do Kaatsu Training é limitada a quem já tem experiência e treina há bastante tempo, sendo vetada aos sedentários: “o aluno tem que passar pela adaptação neural do movimento, aprender os movimentos de força para, depois, com um profissional com conhecimento técnico, desenvolver um treinamento adequado”. Além disso, pessoas com fragilidade vascular, com problemas como varizes, por exemplo, também devem evitar o método de oclusão. “Se a pessoa tem essa tendência, evitamos porque a pressão do aparelho nos vasos é grande e pode haver a ruptura”, afirma.

No caso de alunos com doenças metabólicas como diabetes, hipertensão e colesterol altos, há estudos superficiais que não demonstram respostas maléficas à prática do Kaatsu. Democrática, a técnica também não tem restrições à pratica por mulheres.

Kaatsu Training promove forte ganho muscular

Apesar de promover uma hipertrofia rápida e com baixa carga de peso, o Kaatsu Training tem uma grande desvantagem: é um treinamento bastante doloroso. “Inicialmente a dor na recuperação é muito significativa”, aponta o praticante carioca, “durante o movimento não se sente tanto, mas depois, no intervalo, por gerar um comprometimento vascular, a dor é bem intensa. Em dois ou três treinos o aluno se adapta e ela minimiza”, encoraja Souto Maior.

Em uma comparação com a prática de exercícios sem oclusão, o especialista em Fisiologia destaca que a resposta hipetrófica do corpo chega com 80 a 85% da carga máxima e, com o Kaatsu Training, ela acontece, em média, com 30%. “Se eu usar de 20 a 40% da minha carga máxima, já tenho respostas muito significativas de hipertrofia”, incentiva. Pessoas que realizam exercícios aeróbicos, como a caminhada, também podem se beneficiar da técnica, pois apesar de catabólico, pesquisas apontam que o treino com oclusão levou a um ganho muscular muito maior do que sem a restrição sanguínea controlada.

Para quem passou por cirurgias que limitam o movimento, como a de ligamento cruzado anterior, que gera atrofia e perda de massa muscular, a simples oclusão ajuda ainda na recuperação do paciente. Alex Souto Maior lembra de um estudo japonês que mostrou que o bloqueio sanguíneo reduz em 20% a perda de massa nesses pacientes, já que a interrupção do sangue estimula a atividade metabólica e colabora com a liberação do hormônio de crescimento, que ajuda a aumentar o tamanho dos ossos e sua mineralização: “no pós-cirúrgico é extremamente eficiente por causa da atrofia e não compromete a articulação”, cita.

Kaatsu Training- foco na hipertrofia

Um dos principais atrativos da prática do Kaatsu Training está no aumento dos músculos. Esse processo acontece rapidamente por meio da hipertrofia metabólica, que é um “inchaço” dos músculos pelo acúmulo de líquidos: “quando faço a oclusão, gero pressão e acumula plasma no local, que não consegue retornar ao coração e fica ali. Esse acúmulo gera pressão hidrostática, ou seja, há mais água fora das células do que dentro delas e, para se preservarem desse desequilíbrio, as células e as fibras hipertróficas se abrem para que a água entre e igualem as pressões intra e extra-celulares. Quanto mais água dentro das células, maior o tamanho do músculo, gerando uma hipertrofia aguda que, quando acontece constantemente, passa a ser crônica”, descreve Alex Souto Maior.

Como outros exercícios, esse treinamento também causa inflamações, mas que segundo Souto Maior, não trazem riscos ao organismo porque o processo inflamatório é muito baixo. Ele conta ainda que a vasoconstrição libera óxido nítrico conforme o sangue é “liberado” para o músculo e inibe a miostatina, uma proteína que atrapalha o crescimento muscular. “O exercício gera microlesões que vão criar a hipertrofia de forma rápida porque o óxido nítrico ativa a célula satélite que vai gerar novas fibras musculares”, explica.

Os interessados em treinar o método japonês precisam ter em mente que é essencial contar com ajuda especializada para prevenir lesões e até mesmo danos aos nervos. Treinar com oclusão não é apenas colocar um garrote no braço ou na perna enquanto malha e quem quiser saber mais sobre o assunto ou trocar informações sobre o Kaatsu, pode contatar o Alex Souto Maior por meio das páginas Alex Maior e Amigos do Professor Alex Souto Maior no Facebook.

*Por Juliana Crem, Jornalismo Portal EF

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

ACADEMIA ESPAÇO ARTEFÍSICA REALIZA EVENTO DE JUDÔ

Com objetivo de estimular a prática do judô entre crianças, a Academia Espaço Artefísica realizará neste sábado, dia 6 de outubro, às 8 horas um Festival de Judô Infantil, para crianças de 6 a 12 anos. O evento será um "TREINÃO", onde os participantes serão divididos por classes etárias e farão um treino das técnicas do esporte com a orientação dos vários professores presentes.

Dessa forma, não haverá carater competitivo e todos serão agraciados com medalhas e um sorvete, além de concorrerem a diversos brindes. As Instituições presentes também serâo homenageadas com um troféu estilizado com a marca do evento, que conta com o apoio da Drogaria do Eninho, da papelaria Avenida, da Lupemaq e dos Sorvetes OGGI.

7 HORAS DIÁRIAS DE SONO AFASTA O RISCO DE DIABETES

7-horas-diarias-de-sono-afasta-o-risco-de-diabetes
Um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, afirma que dormir pelo menos 7 horas por dia evita o aparecimento de doenças como diabetes e obesidade.

A pesquisa, publicada no periódico Sleep, foi realizada com jovens entre 15 e 18 anos. O estudo revelou que os adolescentes poderiam reduzir a resistência à insulina em 9% se dormissem mais. Através de exames de sangue e um diário de sono escrito semanalmente por todos os 245 jovens, foi possível chegar a essa conclusão.

De acordo com a coordenadora da pesquisa, Karen Matthews, é a primeira vez que uma pesquisa relaciona o sono com resistência à insulina tanto para obesos e não obesos. Os resultados indicam que independentemente de gênero, raça, idade ou índice de massa corporal, o sono está associado ao metabolismo das pessoas.

*Por Aline Fraga, jornalismo Portal EF

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

CIRCUITO UNIMED REATIVA AS COMPETIÇÕES DE NATAÇÃO EM CAMPOS


A segunda etapa da 13ª edição do CIRCUITO UNIMED DE NATAÇÃO foi realizado no último dia 22 de setembro, sábado, na Academia Corpo & Energia. E, de forma inédita, essa etapa constituiu-se numa competição.

O CIRCUITO UNIMED DE NATAÇÃO que sempre foi realizado em modelo de festival, onde todos os participantes são premiados independente da colocação que teve na prova, ou seja, não prevalece o caráter competitivo, após algumas reuniões com professores e técnicos das inúmeras Instituições participantes, houve um consenso no que diz respeito a uma reformulação no formato do CIRCUITO com intuito de se avançar no objetivo do evento, qual seja o de dar continuidade na formação atlética dos participantes.

Nesse sentido, foi sugerido aos organizadores que o CIRCUITO UNIMED DE NATAÇÃO fosse realizado em 3 etapas, sendo duas no formato tradicional, ou seja, de festival e uma no formato de competição.

Foram oito as classes que disputaram a competição da 2ª etapa do CIRCUITO UNIMED DE NATAÇÃO 2012, a saber:
Classes Nascidos em:
I
Mirim 1
2003
II
Mirim 2
2002
III
Petiz 1
2001
IV
Petiz 2
2000
V
Infantil
1999 e 1998
VI
Juvenil
1997 e 1996
VII
Junior 1
1995
VIII
Junior 2
1994 e 1993

Os revezamentos foram agrupados em 4 (quatro) classes de idade, a saber:
Classes Nascidos em:
Infantil
1999 e 1998

Juvenil
1997 e 1996

Junior 1
1995

Junior 2
1994 e 1993


A terceira etapa do Circuito Unimed de Natação 2012 será realizada no Clube de Regatas Saldanha da Gama no dia 24 de novembro e voltará a ter o formato tradicional, ou seja, de FESTIVAL.

CALENDÁRIO DAS ETAPAS DO CIRCUITO UNIMED DE NATAÇÃO 2012

DATA
EVENTO
HORÁRIO
LOCAL
29/06/12
COQUETEL
19 HORAS
ACADEMIA CORPO E ENERGIA
30/06/12

1ª ETAPA

14 HORAS
ACADEMIA CORPO E ENERGIA

22/09/12

2ª ETAPA

14 HORAS
ACADEMIA CORPO E ENERGIA
24/11/12

3ª ETAPA

14 HORAS
CLUBE DE REGATAS SALDANHA DA GAMA

Algumas fotos do evento: