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terça-feira, 19 de julho de 2011

Profissionais de Educação Física serão ouvidos por comissão da Lei Pelé

Profissionais de Educação Física cobraram participação efetiva na comissão criada pelo Ministério do Esporte para propor a regulamentação da chamada nova Lei Pelé, durante audiência pública promovida em 29 de junho pela Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados. A audiência foi proposta pelos deputados Otávio Leite (PSDB-RJ), André Figueiredo (PDT-CE), Romário (PSB-RJ), Flávia Morais (PDT-GO) e João Arruda (PMDB-PR), integrantes da Frente Parlamentar da Atividade Física para o Desenvolvimento Humano.

Recentemente, a Lei Pelé foi alterada por projetos de lei e medidas provisórias aprovados pelo Congresso, especialmente a Medida Provisória 502/10, aprovada em fevereiro e sancionada em março pela presidente Dilma Rousseff. O Ministério do Esporte criou em maio uma comissão para propor a regulamentação da lei, mas os profissionais de Educação Física ainda não tinham sido envolvidos no processo. 

O presidente do CONFEF, Jorge Steinhilber [CREF 000002-G/RJ], explicou que a categoria quer e pode contribuir para que a Lei Pelé não tenha foco apenas no esporte profissional. Para ele, também é preciso dar ênfase ao desporto educacional, à infraestrutura esportiva e aos programas de esporte e lazer, sobretudo aqueles voltados para a saúde da população. Já o presidente do Sindicato dos Profissionais de Educação Física do Rio de Janeiro, Ernani Contursi [CREF 000005-G/RJ], frisou que os profissionais de Educação Física simplesmente não podem ficar de fora da discussão sobre a Lei Pelé, uma vez que o trabalho desenvolvido por esses profissionais é diretamente influenciado por essa lei.

Relator da comissão de regulamentação, o consultor do Ministério do Esporte Wladimyr Camargos prometeu ouvir as propostas dos profissionais de Educação Física. O prazo para o funcionamento da comissão, que vai até o fim de julho, poderá ser prorrogado. "Podemos propor ao ministro do Esporte a prorrogação dos trabalhos da comissão, para ampliar o debate, e incluir convites a todas as entidades interessadas a se integrarem aos trabalhos da comissão. Posso garantir que nenhuma das conquistas hoje presentes na Lei Pelé estão ameaçadas com a edição de um decreto", disse ele.

O presidente da Comissão de Turismo e Desporto, deputado Jonas Donizette (PSB-SP), destacou a necessidade de valorização dos profissionais de Educação Física diante de um quadro crescente de pessoas que atuam na área sem a devida formação acadêmica. 

Fonte: Agência Câmara

domingo, 4 de janeiro de 2009

O ESPORTE NÃO ESCAPA DA CRISE ECONÔMICA
O mundo esportivo não escapou da crise econômica global e foi atingido em cheio pelos sobressaltos dos mercados; os maiores exemplos são os clubes do futebol inglês, os preparativos para os Jogos Olímpicos de Londres-2012 e a dispendiosa Fórmula 1. Quando a atividade econômica em seu conjunto naufragava na crise, era curioso que o esporte, ultra dependente da generosidade de patrocinadores, bancos e financeiras, ficasse à margem do marasmo. Mas a situação terminou por assestar um duro golpe na Premier League inglesa, o campeonato mais endinheirado do mundo e também o mais endividado. Enquanto as bolsas ruíam, os torcedores do Chelsea, Manchester ou Arsenal, clubes cotados na City, a bolsa londrina, descobriam que seus ídolos também afundavam. No início de outubro, o presidente da Federação Inglesa (FA) dizia que os clubes começavam "a ver o olho do furacão" devido a um endividamento de mais de 3,9 bilhões de euros. Eram dívidas com bancos que praticamente estavam quebrados ou com generosos mecenas, como o milionário russo Roman Abramovich, dono do Chelsea, afetados por uma crise, cujas conseqüências não serão notadas até a próxima renovação dos contratos de patrocínio. A Inglaterra, afetada no futebol, também está primeira frente da batalha na qualidade de sede dos próximos Jogos Olímpicos. A organização dos JO Londres-2012, que contava com 9 (nove) bilhões de euros de fundos privados, teve que recorrer a seus fundos de emergência, a modestos planos B ou suspendendo construções devido às repentinas reticências dos investidores. O movimento olímpico em geral sofreu as conseqüências da crise com a desistência de quatro de seus patrocinadores - Kodak, ManuLife, Lenovo e Johnson&Johnson - para o programa dos anos 2010-2012. A Inglaterra não é a única que está sofrendo. Nos Estados Unidos as ligas profissionais foram suprimindo empregos e aumentando os preços das entradas em detrimento dos espectadores, que também sofrem com a crise. Mas, como no futebol europeu, o proibitivo preço dos ingressos nos estádios terminará tendo um efeito positivo na economia dos clubes: os torcedores passarão a assistir pela televisão os jogos e isso manterá estáveis os direitos de transmissão. Na Rússia, a situação é mais crítica para os esportes coletivos, que dependem de recursos dos oligarcas, para os quais o esporte deixa de ser uma prioridade em tempos de crise. "Alguns clubes poderiam desaparecer", afirmava um dirigente do Dínamo moscovita há pouco tempo. Porém, além das fronteiras geográficas, todos os esportes estão padecendo com a crise, mas alguns com menos intensidade. O golfe, um esporte de luxo, ainda não está sendo muito perturbado, apesar da suspensão de um torneio na Índia pela falência de seu patrocinador. A Fórmula 1, acusada de falta de consciência ecológica, abordará 2009 sem a equipe japonesa Honda, que se retirou devido a uma queda na sua venda. Se a equipe japonesa não tem um substituto, a temporada de 2009 será disputada por apenas 18 carros, só dois a mais que o "umbral crítico" estabelecido por Max Mosley, presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), mas partidário que nunca de equipar as escuderias com um único motor - e mais barato - em 2010. Fonte: Boletim Eletrônico da Educação Física

terça-feira, 18 de março de 2008

ELEIÇÕES HOJE 2
Acaba de me chegar o resultado da eleição para coordenador de Educação Física do CEFET-Campos.
Por 11 votos contra 10, venceu o Prof. Carlos Augusto Sanguedo Boynard. As eleições transcorreram num clima ameno e de paz, conforme deve ser toda disputa democrática.
Mesmo participando de uma disputa, os postulantes ao cargo devem, agora, desconsiderar quaisquer arranhões, que por ventura, possa ter acontecido durante o processo eleitoral, e se dedicar a manter o alto nível do ensino e prática da Educação Física do CEFET-Campos.
O Blog se congratula com o Prof. Boynard e deseja todo sucesso e transparência nessa nova gestão. Que DEUS o ilumine.