quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
COM TODO RESPEITO, NO ESPORTE MOCAIBER NÃO DEU SORTE.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
FESTA DA IMACULADA CONCEIÇÃO NO 7º DISTRITO – TRAVESSÃO DE CAMPOS
SUCESSO !!!
QUEM TEVE A OPORTUNIDADE E NÃO FEZ, PERDEU A VEZ !
ATENÇÃO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
TRÊS PERGUNTAS A FHC
MILTON NEVES É O LÍDER DA INTERNET ESPORTIVA
DO BLOG DE CÉSAR MAIA – 05/12/2007
CADEIA ?
RETRATO DOS POLÍTICOS BRASILEIROS:
A renúncia do Senador Renan Calheiros, "talvez o mais poderoso aliado político do presidente Luis Inácio Lula da Silva" conclui um "tenaz jogo de bastidores" e favorece o governo na busca pela aprovação da prorrogação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras), diz a edição desta sexta-feira da revista britânica The Economist . Segundo o artigo, intitulado "Sex, sleaze and taxes" ("Sexo, corrupção e impostos", em tradução livre), a renúncia, um "desfecho favorável ao governo", "provavelmente foi negociada por homens de Lula, porque o apoio a Calheiros era visto como necessário para conseguir a aprovação da prorrogação da CPMF". "Ao renunciar, Calheiros manteve seu assento no Senado". "A permanência dele na Casa, onde ainda exerce grande influência, provavelmente vai facilitar a aprovação da CPMF", diz a Economist. A Economist ressalta que a crise envolvendo Renan Calheiros "retardou o governo". Por isso, "aprovar a CPMF virou assunto urgente". Segundo a revista, a medida é tão importante ao presidente Lula que o fez cancelar as visitas ao exterior apenas para ficar em Brasília e reforçar o apoio à prorrogação da taxa. "O presidente tem instintos políticos formidáveis", diz a revista. A revista destaca que, apesar da oposição, a principal dificuldade do governo em aprovar a prorrogação da taxa é justamente o "sucesso recente" da economia. "A arrecadação com impostos é tão formidável que fica difícil para o governo convencer congressistas de que ele precisa de mais dinheiro".
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
QUALIDADE DE ENSINO...PÚBLICO
Mensagem do Blogueiro
HELONEIDA STUDART
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
REPORTAGEM DO JORNAL DIÁRIO
Da Redação
A disputa política em torno do comando da Fundação Municipal dos Esportes (FME) tem provocado a indefinição em torno da substituição do atual presidente do órgão, Ivanildo Cordeiro, que teve sua exoneração pedida pelo ex-deputado federal Paulo Feijó (PSDB), com quem entrou em rota de colisão. Feijó indicou Robson Colla para presidir a FME. Colla é vice-presidente do PSDB e homem de confiança do ex-parlamentar.
A decisão de afastar Cordeiro está nas mãos do prefeito Alexandre Mocaiber (PSB), mas o chefe do Executivo tem encontrado resistências por parte de alguns vereadores que ingressaram recentemente no PSDB, contrários ao afastamento do atual presidente da FME. O diretório tucano no município está solidário com o presidente Feijó e entende que a liderança é o ex-deputado que, no entanto, evita “por enquanto”, expor o partido.
Não ameaça - Feijó defende que “esse assunto tem que ser tratado internamente, pelo menos por enquanto, porque é interno do PSDB”. Ele nega que estaria ameaçando não abrir vaga nas eleições de 2008 para os candidatos apoiados pelo prefeito filiados ao partido. Entre os defensores da permanência de Ivanildo Cordeiro estão os vereadores tucanos Nildo Cardoso, Álvaro César Faria e Ailton Tavares.
A decisão está nas mãos de Alexandre Mocaiber que, segundo um membro do diretório tucano, “não fez nenhum acordo com Ivanildo Cordeiro, mas, sim, com Feijó que é a principal liderança do PSDB em Campos e avalista dessa aliança com o prefeito”. Mocaiber está numa saia justa. Se afasta Cordeiro para atender a Feijó, desagrada os vereadores. Se atender aos vereadores, mantendo o atual presidente da FME, pode perder o apoio de Feijó e o PSDB como partido aliado nas próximas eleições.
COLLA É O MAIS COTADO
Robson Colla por enquanto prefere ficar calado “Uma coisa é certa. Quando falamos de Feijó, falamos do PSDB. E qualquer decisão que o prefeito tomar fora desse plano estará contrariando os interesses do nosso partido”, diz, ainda, o tucano que pede para não ser identificado, “para evitar constrangimentos maiores”. Ele confirma que o nome mais cotado para a vaga de Cordeiro é Robson Colla, que opta por não fazer comentários, “enquanto o problema não estiver resolvido”. Assinala apenas que “estamos com o que for melhor para nosso partido e do interesse público”. “Tudo vai depender, primeiro, do senhor prefeito. O correto é ele atender o partido. Se for o caso e Robson não aceitar assumir a presidência da Fundação, há outros companheiros também com perfil para o cargo”. O peessedebista deixa escapar que há um grupo de profissionais da área esportiva sugerindo que um desses nomes seja o professor Vitor Longo Braz, que nas últimas campanhas do ex-deputado para a prefeitura foi o principal idealizador de políticas para o esporte no partido.
CORDEIRO DESPREZADO
Os atritos entre Paulo Feijó e Ivanildo Cordeiro tiveram origem na postura independente (de carreira solo) que o presidente da FME adotou depois que foi nomeado para o cargo, por indicação de Feijó. Mesmo cauteloso, “para evitar até que a discussão corra risco de entrar numa linha de equívocos”, Feijó não deixa de pontuar em entrevista resumida à imprensa: “falta a Cordeiro mais jogo de cintura para ocupar a função. Ele não entendeu que está ali dentro de um acordo político e não para atender a interesses pessoais”. Além de divergências em relação a diretrizes administrativas, Cordeiro teria, inclusive, negado pedidos de Feijó para a contratação de correligionários do ex-deputado no órgão que preside. O clima não é bom, “mas não o bastante para dividir o PSDB”, resume o membro do diretório. Ele revela que “o presidente estadual do partido, José Camilo Zito, já adiantou que caminha com Feijó, porque vê equilíbrio e ética na posição que defendemos”. E é taxativo: “está nas mãos do prefeito, a ele cabe definir com quem quer caminhar”.