quarta-feira, 7 de novembro de 2007
PREPARE-SE PARA LER ALGUMAS ASNEIRAS DO FUTURO DO NOSSO BRASIL...
DEM RECORRE AO TSE PARA REAVER MANDATO DE TRÊS 'INFIÉIS'
CURA DO DIABETES:
RESUMO SEMANAL DE ESTATÍSTICAS
PROFISSIONAL E ESTUDANTE MANDAM O RECADO:
O MERCADO INTERNACIONAL DE COCAÍNA!
A CONFISSÃO DO JUDEU PECADOR
ATENÇÃO COLEGAS PROFESSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
terça-feira, 6 de novembro de 2007
SUCESSO TOTAL DO BLOG DO VITOR LONGO!
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
AS MAIS BELAS FOTOS DA MATA ATLÂNTICA
REFLEXÕES SOBRE A VIDA
CONHEÇA OS DIFERENTES TIPOS DE DIABETES E AS PESSOAS PROPENSAS A DESENVOLVER A DISFUNÇÃO
PURA MATEMÁTICA
Lazer.
A foto foi tirada numa das praias parasidíacas da armação de Búzios/RJ
FELIPE LIMA É BRONZE NOS 50 M PEITO
SITE PROMOVE VOTAÇÃO PARA O PIOR CAMPEÃO BRASILEIRO DA HISTÓRIA
O São Paulo de 1977
A equipe não era brilhante e a fórmula do campeonato era esdrúxula. Tanto que o vice, Atlético (MG), perdeu o título sem ter perdido uma partida sequer, assim como o Botafogo, quinto colocado. A decisão foi em partida única, no Mineirão. No tempo normal, Chicão pisa em cima do mineiro Ângelo, já caído, e não é expulso. O São Paulo levou na decisão por pênaltis, com Valdir Peres se adiantando nas cobranças. O árbitro era Arnaldo Cézar Coelho. A regra não parecia muito clara.O Coritiba de 1985 A gloriosa final do Coxa foi contra o Bangu. Que duelo! Os 20 clubes mais bem colocados num tal ranking da CBF foram reunidos em dois grupos A e B, e o campeão e o vice da Taça de Prata (similar à segunda divisão), mais 22 clubes de 22 estados estavam em outros dois. Todos tratados de forma igual. É como se hoje classificassem times da segunda e terceira divisão para uma fase final. Um espetáculo ímpar.
O Botafogo de 1995
Uma final que relembrava os anos 1960, Santos e Botafogo. Na primeira partida da final, três impedimentos mal marcados impediram que o craque do campeonato, Giovanni, saísse na cara do gol de Wagner. No segundo jogo, um assalto que repercutiu até no exterior, com um gol irregular de Túlio e outro mal anulado de Camanducaia. O ábitro, Márcio Rezende de Freitas, daria uma mão para outro campeão contestado dez anos mais tarde.
O Vasco de 2000
A CBF não podia organizar o campeonato brasileiro e sobrou para o Clube dos 13, outra organização impoluta, tal tarefa. Surgiu a Copa João Havelange, a maior competição das terras tupiniquins, com 116 clubes em uma única divisão. A fórmula era assustadora e não me arriscaria a descrevê-la. São Caetano, vindo direto do que seria a “segunda divisão” chega à final com o Vasco, que nas oitavas desclassificou o Bahia (rebaixado no ano anterior e guindado de volta com o Fluminense), e nas quartas superou o Paraná (outro da “segunda divisão”). A segunda partida da final, disputada em São Januário (como?), teve como coroação um estádio com mais gente do que poderia suportar. Grade de arquibanda desabando, gente pisoteada... Punição para o Vasco? Não, o castigo foi ter sido campeão. O Atlético (PR) de 2001
No ano seguinte à famigerada Copa João Havelange, a decisão foi um confronto com ares épicos entre o campeão e o convidado São Caetano – aliás, o de melhor campanha na primeira fase.. No mata-mata, as quartas e semifinais foram em partida única. A final, ida e volta. Junto do time do ABC, o Paraná e o Botafogo de Ribeirão Preto foram vips. Detalhe: o time que revelou doutor Sócrates e Raí havia sido rebaixado em 1999.
O Corinthians de 2005
Na manhã de domingo, o Internacional, líder do certame, acordava vice. Onze jogos anulados que renderam quatro pontos a mais para o Corinthians. Na partida decisiva contra o Inter, Fábio Costa faz pênalti em Tinga. Márcio Rezende de Freitas (aquele de 1995), não marca e dá o segundo cartão amarelo para o melhor atleta em campo. O título, então sob judice, foi conquistado com uma derrota em que os atletas, perdidos, não sabiam se podiam ou não comemorar de fato.
O SÃO PAULO DE 2007
Por mim, não entraria na lista. Mas, pra satisfazer os birrentos e justificar o post, está aqui também. Aparentemente, só se justificaria pela baixa qualidade do nível técnico da competição. Até aí, mais culpa dos outros times do que dele.
CONTROLAR A HIPERTENSÃO NEM SEMPRE É CASO DE FARMÁCIA
DE OLHO NOS “PORCOS”, VAMPETA CHAMA SOUZA DE “OTÁRIO COM SORTE”
ALERTA VÍRUS!!!
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
TRIVIAL DE FINADOS
FLAMENGO VENCE E ALCANÇA G-4 DE VIRADA
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Depoimentos
Prof. Isac Ventapani da Hora – Professor do CEFET –
“O Circuito Unimed de Natação é um projeto que veio para produzir e descobrir novos talentos para a natação campista. O Circuito Unimed é à base da natação campista, mas, por não haver outros projetos intermediários, ou seja eventos subseqüentes, que seria para o aperfeiçoamento, culminando com a filiação das organizações a FARJ”. Sou da opinião que se deve proporcionar, também, cursos de atualização e aperfeiçoamento para os professores de natação de Campos”.
Prof. José Fernando – Academia Corpo & Energia “O Circuito Unimed de Natação é o que move a natação de Campos hoje. Se não fosse o Circuito Unimed de Natação não teríamos a natação de base, ou melhor não teríamos nada em termos de natação. A maioria dos talentos campistas dos últimos oito anos foram descobertos pelo Circuito Unimed. Muitos foram revelados pelo Circuito Unimed. Nós, da Academia Corpo & Energia, por exemplo, tivemos dois atletas federados a FARJ graças ao Circuito Unimed de Natação”.
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Prof. Luís Paulo de Andrade – Clube Recreativo Goitacá “O Circuito Unimed de Natação é excelente! Há uma continuidade importante na fomentação da natação campista”
Prof. Paulo Vitor Sardinha – Prof. da AVERJ – Ex- Diretor do Pólo IV da FARJ.
“Enquanto existia o Pólo da FARJ de Campos a natação de Campos existia. Agora o único evento da natação de Campos é o Circuito Unimed de Natação. Se não fosse o Circuito Unimed de Natação a natação de Campos não existiria. Um outro fator de relevância importância é que no Circuito Unimed as crianças nadam mais a vontade, sem a obrigação de vencer”.
Prof.ª Alessandra Abreu Rocha – Projeto Programa de Criança da Petrobrás “O Circuito Unimed de Natação é de grande importância para nossos atletas, pois serve de incentivo e valorização da prática esportiva e de vida”.
Prof.ª Isis das Chagas – Parque Aquático de Quissamã
“ O Circuito Unimed de Natação é de suma importância para a integração e divulgação de um esporte tão almejado, como a natação, além, de proporcionar lazer e incentivo as crianças participantes. Um excelente evento”.
Prof.ª Andreza Soares de Oliveira – Clube Recreativo Goitacá “O Circuito Unimed de Natação tem sido um grande evento de incentivo para todas as crianças que tem iniciado a prática da natação”.
Prof. Edson Siqueira – Automóvel Clube Fluminense “É o único evento de base e iniciação da natação campista. É o único que acontece e permanece ao longo de oito anos. A Bruna Santos, nossa aluna, tem se destacado, se tornando uma promessa para a natação de Campos”.
Prof. Rodrigo Barreto – Tênis Club de Campos “A importância do Circuito Unimed de Natação está no incentivo à pratica da natação, mobilizando um imenso número de participantes. Algumas crianças foram motivadas pelo Circuito Unimed de Natação, a ponto de destacarem na natação regional”.
Prof. Marcos Paulo A. Neves – Projeto Ação Fenorte Estácio de Sá
“Só tenho a elogiar o Circuito Unimed de Natação, pelo que têm feito pela natação de Campos. Através do Circuito Unimed algumas das minhas crianças se destacaram e hoje já se federaram e competem no Campeonato do Interior do Estado do Rio de Janeiro, uma promoção tradicional da FARJ. A natação de Campos tem se encontrado sem apoio, se não fosse o Circuito Unimed, nada teria para a natação de Campos. Falta apoio das Instituições. O Circuito Unimed só tem a somar”.
Entrevista Luciana Portinho

2 - QUAIS SÃO AS AÇÕES QUE ESTÃO SENDO DESENVOLVIDAS PELA FUNDAÇÃO CULTURAL EM SUA GESTÃO?
LUCIANA PORTINHO - Administro as ações da Fundação com metas diferentes: e administrativa, é mais racional, envolve a parte contábil, administrativa e patrimonial. Busco fortalecer esse lado administrativo, que antes era carente. Ao mesmo tempo, temos uma biblioteca, que tem mais de cem anos e é orgulho para Campos, biblioteca infantil, várias diretorias, uma Casa de Cultura em Goytacazes, a primeira de Campos e que já tem 20 anos – que está em fase de restauração - o Museu Olavo Cardoso e agora outra biblioteca no interior, em Conselheiro Josino. Temos ainda o Arquivo Público Municipal, prédio tombado pelo IPHAN - Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – que dentro do estado do Rio é um dos mais preservados – e estamos com uma série de eventos em andamento e preparando outros para o próximo ano, em que vamos comemorar 30 anos. Para 2008, temos a Bienal do Livro, para junho, o Salão do Humor e a efetivação do Conselho Municipal de Cultura, já sancionado pelo prefeito Alexandre Mocaiber e ainda estamos criando no Palácio da Cultura, mais um espaço externo para realização de eventos.

3-JÁ EXISTE ALGO NOVO ESBOÇADO PARA A PRÓXIMA BIENAL DO LIVRO, QUE ACONTECERÁ EM JUNHO DE 2008?
LUCIANA PORTINHO - A Bienal do Livro será certamente melhor que a última. Porque é assim que deve ser. Fui há alguns dias a São Luís do Maranhão , na 1ª Feira Literária de lá e pude constatar que temos aqui uma feira bem melhor estruturada e de maior porte. Apesar de São Luís ser uma capital. Teremos de novo, uma ótima grade de eventos e vamos crescer de tamanho, melhorando os serviços e fazendo novas parcerias.A praça de alimentação será maior e estamos querendo trazer convidados ilustres que nunca estiveram aqui, como os escritores Ariano Suassuna e Luís Fernando Veríssimo. 4-QUAIS SÃO OS PROJETOS PARA A TEMPORADA DE VERÃO 2008, EM FAROLDE SÃO THOMÉ?

LUCIANA PORTINHO - Para o verão, temos diversos projetos e como de praxe, vamos praticamente transferir as atividades para lá. A novidade será a realização do 1º Salão Internacional de Humor Ecológico, com o tema fim da água potável no mundo. O evento será em Farol, no espaço do Celeiro Cultural. Estamos com uma parceria com o Senac e atividades infantis, e os demais eventos,como a literofolia, cesta cultural, café literário e oficinas diversas.
5- EXISTE ALGUM PROJETO DE SE LEVAR A CESTA CULTURAL PARA AS PRAÇAS PÚBLICAS?
LUCIANA PORTINHO - O projeto Cesta Cultural, que acontece quinzenalmente, nos jardins do Palácio da Cultura, permanecerá no próximo ano, no mesmo formato. Ele pode até não ser muito popular, mas não é apenas entretenimento. Aliás, todos os nossos projetos têm no entretenimento apenas um lado. O foco, na verdade, não é apenas lazer pelo lazer, sempre buscamos deixar um valor agregado. Não fazemos apenas shows. Em cada show ou apresentação literária, também abrimos o leque da cultura, da informação, da vida e obra da personalidade enfocada ou o tema abordado. Por isso, é tão importante mantermos esses projetos, já que eles levam cultura à população. Não nego que tenho carinho especial pelo projeto Cinema no Palácio, promovido em conjunto com o Cine Clube Zé Amado. Esse ano, trabalhamos a apresentação da mostra de filmes focando temas como religiosidade, meio ambiente e outros. Para 2008, vamos trabalhar primeiro o tema revolução no mundo, como as revoluções russa e cubana. 6 – O QUE A MOTIVOU DEIXAR A PRESIDÊNCIA DO PV EM CAMPOS?
LUCIANA PORTINHO - Quando assumi a presidência do PV deixei claro que integrava o primeiro escalão de Mocaiber. Quando houve o episódio recente da tentativa de entrada no partido do vice-prefeito Roberto Henriques, coloquei minha oposição a isso, porque ele vinha como um braço de Garotinho com o objetivo de bater no governo. Isso era inadmissível do meu ponto de vista. Quando o PV teve uma posição de dubiedade e total falta de firmeza sobre a questão, então não me senti mais à vontade para manter-me como presidente do partido em Campos. Henriques acabou não entrando e sendo forçado as declarar-se PMDB. Tenho certeza de que fui coerente e correta na posição que mantive.

7- COMO A SR.ª ESTÁ VENDO A MOVIMENTAÇÃO POLÍTICA-PARTIDÁRIA EM CAMPOS, UMA VEZ QUE FOI DEFLAGRADA OFICIALMENTE A PARTIR DE HOJE (30/10/2007)?
LUCIANA PORTINHO - Vejo a política de Campos ainda polemizada entre dois grupos fortes e dividida entre alguns menores. Nas duas pontas estão Arnaldo e Mocaiber e um grupo que representa o casal Garotinho, que atualmente está sem poder executivo, fragilizado pelo atrito com o governo do Estado, mas que deseja voltar a disputar o município. A questão agora é a definição de quem é contra ou a favor de Garotinho.

